Papel higiénico (ou talvez não)
Penso que já vos disse num post anterior que, normalmente, as boas ideias surgem-me quando estou sentado na casa de banho. Pois bem, esta surgiu exactamente num desses momentos de ...( é melhor ficar por aqui...!)
O que é que vocês fazem para matar o tempo enquanto estão a fazer as necessidades fisiológicas sentados? Eu, antes de aprender a tocar viola (ainda estou a aprender... it's a process, you know!), costumava ler. Chatice das chatices, o meu pai deixou à muito tempo de comprar jornais e a única revista que eu recebo, a The Scientist, é devorada num instante. Ficava, portanto, à mercê da revista O Bancário (que o meu pai recebe quer queira, quer não) ou então à mercê d'A Dica. Venha o diabo e escolha!
Pois bem, a solução que eu aqui apresento vai modificar a visão que temos do papel higiénico! Porque é que se desperdiça tanto espaço sem estar escrito? Devia ser obrigatório, para bem da alfabetização e cultura dos portugueses, que o papel viesse escrito.
Obviamente que não poderia ser com notícias do dia, mas pelo menos que estivessem escritos temas de cultura geral. "Desenrole mais uma folhinha e descubra quem foi James Cook" ou "Após ter lido esta peça sobre Hitler, faça bom uso da impressão da fotografia da cara dele!"
Tenho a certeza que em vez de falarem sobre a novela ou sobre a Quinta das Celebridades, o nível da conversa tenderia a aumentar. E até poderia haver diversos tipos de papel, consoante a literacia do cliente: Papel com o abecedário e afins para analfabetos, para doentes da bola haveria a série especial da biografia dos craques, até "Os Maias" poderiam ser impressos! Isto só para dar alguns exemplos.
Passada esta diarreia mental lembrei-me que usam-se/desperdiçam-se toneladas e toneladas de papel higiénico. Deveria haver uma alternativa capaz ao papel higiénico. A solução que idealizei poderá não ser a melhor nem a mais cómoda, mas foi o melhor que consegui imaginar:
Fora com o papel higiénico. Chegou o Aspirador Higiénico!
Acoplado à sanita, imaginem uma espécie de aspirador (obviamente anatómico) com um borrifador de água e outro de perfume. Depois das necessidades fisiológicas feitas, chega a altura de borrifar o belo do traseiro com água morninha ao mesmo tempo que se aspira o que está a mais. Quando tudo estiver limpinho e seco, nada melhor que uma borrifadela com perfume! Quem disse que não pode lavar o seu bum-bum todos os dias com águinha de malvas, hein??
Confesso que esta invenção teria certamente mais aceitação junto de uma determinado grupo de risco da população, mas enfim, à falta de melhor, não se pode agradar a todos!! Alguém com uma sugestão melhor?
Saudações,
Caldeira
O que é que vocês fazem para matar o tempo enquanto estão a fazer as necessidades fisiológicas sentados? Eu, antes de aprender a tocar viola (ainda estou a aprender... it's a process, you know!), costumava ler. Chatice das chatices, o meu pai deixou à muito tempo de comprar jornais e a única revista que eu recebo, a The Scientist, é devorada num instante. Ficava, portanto, à mercê da revista O Bancário (que o meu pai recebe quer queira, quer não) ou então à mercê d'A Dica. Venha o diabo e escolha!
Pois bem, a solução que eu aqui apresento vai modificar a visão que temos do papel higiénico! Porque é que se desperdiça tanto espaço sem estar escrito? Devia ser obrigatório, para bem da alfabetização e cultura dos portugueses, que o papel viesse escrito.
Obviamente que não poderia ser com notícias do dia, mas pelo menos que estivessem escritos temas de cultura geral. "Desenrole mais uma folhinha e descubra quem foi James Cook" ou "Após ter lido esta peça sobre Hitler, faça bom uso da impressão da fotografia da cara dele!"
Tenho a certeza que em vez de falarem sobre a novela ou sobre a Quinta das Celebridades, o nível da conversa tenderia a aumentar. E até poderia haver diversos tipos de papel, consoante a literacia do cliente: Papel com o abecedário e afins para analfabetos, para doentes da bola haveria a série especial da biografia dos craques, até "Os Maias" poderiam ser impressos! Isto só para dar alguns exemplos.
Passada esta diarreia mental lembrei-me que usam-se/desperdiçam-se toneladas e toneladas de papel higiénico. Deveria haver uma alternativa capaz ao papel higiénico. A solução que idealizei poderá não ser a melhor nem a mais cómoda, mas foi o melhor que consegui imaginar:
Fora com o papel higiénico. Chegou o Aspirador Higiénico!
Acoplado à sanita, imaginem uma espécie de aspirador (obviamente anatómico) com um borrifador de água e outro de perfume. Depois das necessidades fisiológicas feitas, chega a altura de borrifar o belo do traseiro com água morninha ao mesmo tempo que se aspira o que está a mais. Quando tudo estiver limpinho e seco, nada melhor que uma borrifadela com perfume! Quem disse que não pode lavar o seu bum-bum todos os dias com águinha de malvas, hein??
Confesso que esta invenção teria certamente mais aceitação junto de uma determinado grupo de risco da população, mas enfim, à falta de melhor, não se pode agradar a todos!! Alguém com uma sugestão melhor?
Saudações,
Caldeira



