Peixe sem espinhas
Esta é daquelas invenções que eu já tenho em mente desde tempos imemoriais (...por isso, se o leitor destas linhas já pensou nesta invenção, desengane-se, EU já tive esta ideia à muito mais tempo!). Talvez até tenha sido por esta e outras ideias que eu escolhi o percurso académico pelo qual enveredei. Aliás esta ideia é a percursora de uma outra ideia minha genial, a qual não vou divulgar tão cedo por se tratar de um conceito muuuuuuito à frente, o qual não quero ver desperdiçado em mãos malévolas (sabe-se lá quem poderá ler este blog...)! Talvez um dia se me administrarem psicotrópicos eu divulgue a ideia...
Quanto à invenção em si, não tem muito que se lhe diga. Surgiu depois de umas poucas experiências a comer sardinha. Sim...eu sei que é boa, especialmente na grelha, mas já viram o trabalho que é preciso para aproveitar um "nacozito" de peixe???
A minha ideia é que se crie, utilizando a engenharia genética, uma nova espécie de sardinha com uma estrutura mais eficiente, ou criar um material alternativo à espinha que seja muito mais fácil de retirar - do tipo que se pudesse puxar, por exemplo, pelo rabo do peixe e saír de uma só vez toda a estrutura, ficando no prato uns belos filetes de sardinha grelhada. É isso mesmo, peixe de abertura fácil!. Muito mais à frente que o simples atum em conserva.
É claro que depois, e mais uma vez recorrendo à engenharia genética, podia-se suplementar o teor nutricional da sardinha no que nos desse mais jeito...proteínas, co-factores daqueles anunciados nos champôs (...a propósito, escrevi bem essa última palavra??), ou então fazer simplesmente como anunciam nos pacotes dos cereais: 7 vitaminas e ferro! Aliás, com o arroz já se faz isso - procurem informações sobre o golden rice.
A única precaução a ter é a de fazer a espécie de tal modo que não se possa entrecruzar com mais nenhuma outra espécie, ou então fazer a exploração da espécie somente em aquacultura. Não era bom que esta nova espécie introduzisse desiquilíbrios no ecossistema. (...sim...não sou um pseudo-cientista completamente chanfrado...!)
Saudações às minha duas leitoras!
Hummm.... estou intrigado! Porque é que só tenho leitorAs??? Esta escrita nem sequer se aproxima da prosa praticada nas revistas de fofocas... Não é que não preze as leitoras femininas, mas faz falta um auditório mais alargado!
Quanto à invenção em si, não tem muito que se lhe diga. Surgiu depois de umas poucas experiências a comer sardinha. Sim...eu sei que é boa, especialmente na grelha, mas já viram o trabalho que é preciso para aproveitar um "nacozito" de peixe???
A minha ideia é que se crie, utilizando a engenharia genética, uma nova espécie de sardinha com uma estrutura mais eficiente, ou criar um material alternativo à espinha que seja muito mais fácil de retirar - do tipo que se pudesse puxar, por exemplo, pelo rabo do peixe e saír de uma só vez toda a estrutura, ficando no prato uns belos filetes de sardinha grelhada. É isso mesmo, peixe de abertura fácil!. Muito mais à frente que o simples atum em conserva.
É claro que depois, e mais uma vez recorrendo à engenharia genética, podia-se suplementar o teor nutricional da sardinha no que nos desse mais jeito...proteínas, co-factores daqueles anunciados nos champôs (...a propósito, escrevi bem essa última palavra??), ou então fazer simplesmente como anunciam nos pacotes dos cereais: 7 vitaminas e ferro! Aliás, com o arroz já se faz isso - procurem informações sobre o golden rice.
A única precaução a ter é a de fazer a espécie de tal modo que não se possa entrecruzar com mais nenhuma outra espécie, ou então fazer a exploração da espécie somente em aquacultura. Não era bom que esta nova espécie introduzisse desiquilíbrios no ecossistema. (...sim...não sou um pseudo-cientista completamente chanfrado...!)
Saudações às minha duas leitoras!
Hummm.... estou intrigado! Porque é que só tenho leitorAs??? Esta escrita nem sequer se aproxima da prosa praticada nas revistas de fofocas... Não é que não preze as leitoras femininas, mas faz falta um auditório mais alargado!

7 Comments:
Olá! Afinal também sabes escrever! Para teres leitores e leitoras tens de dar o teu blog a conhecer! No sapo é fácil pois há uma lista de blogs. Aqui não faço ideia como funciona! Se queres links para bons blogs (na minha opinião, claro) vai àquele endereço que já te dei duas vezes...
Quanto ao que tu escreveste, é um assunto muito sério. Tão sério que até é complicado brincar com ele! Cá por mim quando quero peixe sem espinhas como atum de lata!
Olha, olha, ainda agora começou e já se está a queixar. Vai-te dando por feliz. São poucas mas boas(convencida!) e são Mulheres! Que mais queres? Quanto ao texto, sabes escrever o que não é mau, aliás é óptimo!Quanto ao tema, interessante mas eu continuo a querê-las tal como são. Com espinhas. Sou masoquista!;)
Bem... comendo atum arriscaste a ingerir uma maior quantidade de metais pesados (como o mercúrio, chumbo, etc) do que se comesses sardinha.
Isto acontece porque o atum, sendo um peixe maior que está no fim da cadeia alimentar vai ingerindo os outros peixes, acumulando todas as matérias cujo organismo não consegue expelir. Assim sendo, e porque o corpo humano também não tem a capacidade de expelir metais pesados, eles acumulam-se, originando problemas de saúde vários.
Não digo que não gosto de atum, aliás, um dos momentos que tenho gravado na memória é um belo bife de atum que comi numa visita à Ilha da Madeira, mas lá que a minha ideia tinha mercado...isso tinha!
Mudando de assunto...não me queixo da companhia feminina que lê o meu blog (e, ao que parece, já conquistei mais uma leitora!), só que a espécie humana é por natureza insatisfeita. Quero sempre mais e mais! É mais ou menos como no velhinho anúncio da televisão Sony...melhor que uma televisão Sony, só mesmo outra igual, ou, por outras palavras, melhor que duas mulheres, só mesmo três!
E lá isso de serem boas, além de ser discutível é muito subjectivo! Todas vocês já ganharam pontos pela vossa prosa, mas não é só o estilo literário que define se uma mulher é boa ou não...sabe-se lá se és convencida ou não??!!
Bem, eu até me sinto mal em me vir meter aqui no meio... Mas era só pa dizer que quando tiveres sardinhas dessas, empresta-me umas que eu quero ver se funciona com os canelones... essa história dos metais pesados tirou-me um pouco o interesse na nova receita.... :(
De qualquer maneira tens aqui um blog à maneira! =) Já sabia que tu escreves bem, mas não sabias que tinhas esse jeito para cativar o pessoal!
Mas as meninas não pensem que isto é bom para ele! Cá para mim ontem tinha o telemóvel desligado porque andava agarrado a isto! Eu e o António em pleno Largo de Camões, Cascais, a precisar de falar com o homem em questão por causa dos Escuteiros e ele nada! LOL A ver se dizes qualquer coisa hoje, para falarmos um bocado sobre isso! Além disso preciso de umas ideias para 2 jogos na catequese....
Um abraço! Keep it up!
Cheguei até aqui através da sugestão favorável de uma amiga e já me estão a ofender! Essa ideia de que as mulheres só lêem revistas sobre fofocas era a brincar, não?
Prometo que voltarei em breve.
Anna
Anna... não digo que não seja saudável ler umas fofocas de vez em quando... (eu, por vezes, também gosto de dar uma olhada!)
É interessante verificar que levaste isso como um insulto - substimei o meu auditório! Mea Culpa! Espero que gostes das linhas que escrevo e que continues uma leitora assidua deste blog. Não te inibas em deixar aqui as tuas ideias inovadoras!
Tambem detesto espinha de peixe. Por isso só como um tipo de peixe: Cação! É saboroso e, como é um peixe cartilaginoso, não tem as incomodas espinhas.
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