Respirar debaixo de água/ tapetes
Hummm...estou triste... a ideia que eu tinha hoje para vos falar não é exequível, pelo menos nos moldes em que eu a imaginei:
Durante muito tempo não pensei mais sobre a ideia de dormir dentro de água. Foi numa aula de fisico-química que o meu cérebro fez faísca outra vez ao ver os resultados da electrólise da água (liberta-se hidrogénio e oxigénio)! Este oxigénio produzido pode ser facilmente armazenado...
Em vez de termos a incómoda linha de ar a alimentar-nos debaixo de água, não seria maravilhoso se tivéssemos disponível um aparelho portátil que fosse capaz produzir o oxigénio necessário para sobrevivermos?
...Pois... aqui é que entra o problema...bahhh (labrego, grunho ignóbil)! É que o ar que respiramos é constituído em apenas 21-23% de oxigénio. Se respirarmos oxigénio puro, o mais provavél é caírmos para o lado nos instantes seguintes! Fica o problema por resolver... não sei como produzir dióxido de carbono (CO2), azoto (N2) e restantes gases em quatidades vestigiais debaixo de água num aparelho portátil....buuuááááááá!!!!chuif, chuif! É pena, porque não só o problema da banheira-cama ficaria resolvido como também se abria um grande leque de utilizações, nomeadamente no mergulho no mar...Alguém me ajuda???
Para não vos deixar hoje orfãos de ideias boas, passo à seguinte:
Tapetes rolantes com velocidade variável
Depois de ter que passar todos dias pela passagem superior de Alcântara durante 4 anos e meio, não é difícil ter esta ideia (para quem não conhece, a passagem superior de Alcântara não é mais que um conjunto de tapetes rolantes que prefazem cerca de 150-250m, que, quando estão todos a funcionar (o que é raro), facilitam a movimentação pedonal na zona).
Para que os tapetes rolantes tenham realmente utilidade, têm que rolar a uma velocidade razoável. No mundo que conhecemos, a velocidade está limitida porque se assim não o fosse seria extremamente difícil entrar num tapete sem "ir ao tapete"! Assim, quem quer movimentar-se a uma boa velocidade tem que continuar a andar em cima dos tapetes rolantes.
O que eu proponho é a existência de tapetes rolantes que no início andem à velocidade normal, mas que acelerem a sua velocidade gradualmente, para depois desacelerarem perto do fim. Como é que isso é possível? É questão de testar novos materiais para os tapetes, nomeadamente borrachas de elevada elasticidade. Experimentem rodar um simples elástico com uma marca de caneta. A marca andará a uma velocidade constante. Experimentem agora, ao mesmo que o rodam, esticá-lo: haverá uma parte do elástico que ficará sem tensão, ao passo que a zona da marca chega mais rápido ao destino - recupera-se a tensão normal do elástico depois da marca chegar ao destino, pronto para outra marca! Estão a imaginar a analogia?
Esta invenção teria particular interesse em aeroportos. Quem já esteve nos aeroportos de Heathrow ou Frankfurt, ou qualquer outro de grandes dimensões, bem sabe que por vezes é necessário palmilhar quilómetros (literalmente!) por entre corredores e halls com as bagagens atrás. Hummm...acho que vou patentear a ideia!!!
Beijinhos e abraços, (pode ser que entretanto surja outro leitor...!)
Ricardo
Durante muito tempo não pensei mais sobre a ideia de dormir dentro de água. Foi numa aula de fisico-química que o meu cérebro fez faísca outra vez ao ver os resultados da electrólise da água (liberta-se hidrogénio e oxigénio)! Este oxigénio produzido pode ser facilmente armazenado...
Em vez de termos a incómoda linha de ar a alimentar-nos debaixo de água, não seria maravilhoso se tivéssemos disponível um aparelho portátil que fosse capaz produzir o oxigénio necessário para sobrevivermos?
...Pois... aqui é que entra o problema...bahhh (labrego, grunho ignóbil)! É que o ar que respiramos é constituído em apenas 21-23% de oxigénio. Se respirarmos oxigénio puro, o mais provavél é caírmos para o lado nos instantes seguintes! Fica o problema por resolver... não sei como produzir dióxido de carbono (CO2), azoto (N2) e restantes gases em quatidades vestigiais debaixo de água num aparelho portátil....buuuááááááá!!!!chuif, chuif! É pena, porque não só o problema da banheira-cama ficaria resolvido como também se abria um grande leque de utilizações, nomeadamente no mergulho no mar...Alguém me ajuda???
Para não vos deixar hoje orfãos de ideias boas, passo à seguinte:
Tapetes rolantes com velocidade variável
Depois de ter que passar todos dias pela passagem superior de Alcântara durante 4 anos e meio, não é difícil ter esta ideia (para quem não conhece, a passagem superior de Alcântara não é mais que um conjunto de tapetes rolantes que prefazem cerca de 150-250m, que, quando estão todos a funcionar (o que é raro), facilitam a movimentação pedonal na zona).
Para que os tapetes rolantes tenham realmente utilidade, têm que rolar a uma velocidade razoável. No mundo que conhecemos, a velocidade está limitida porque se assim não o fosse seria extremamente difícil entrar num tapete sem "ir ao tapete"! Assim, quem quer movimentar-se a uma boa velocidade tem que continuar a andar em cima dos tapetes rolantes.
O que eu proponho é a existência de tapetes rolantes que no início andem à velocidade normal, mas que acelerem a sua velocidade gradualmente, para depois desacelerarem perto do fim. Como é que isso é possível? É questão de testar novos materiais para os tapetes, nomeadamente borrachas de elevada elasticidade. Experimentem rodar um simples elástico com uma marca de caneta. A marca andará a uma velocidade constante. Experimentem agora, ao mesmo que o rodam, esticá-lo: haverá uma parte do elástico que ficará sem tensão, ao passo que a zona da marca chega mais rápido ao destino - recupera-se a tensão normal do elástico depois da marca chegar ao destino, pronto para outra marca! Estão a imaginar a analogia?
Esta invenção teria particular interesse em aeroportos. Quem já esteve nos aeroportos de Heathrow ou Frankfurt, ou qualquer outro de grandes dimensões, bem sabe que por vezes é necessário palmilhar quilómetros (literalmente!) por entre corredores e halls com as bagagens atrás. Hummm...acho que vou patentear a ideia!!!
Beijinhos e abraços, (pode ser que entretanto surja outro leitor...!)
Ricardo

7 Comments:
Quanto ao oxigénio, porque não utilizas uma membrana ou assim de clorofila? Iluminada com a radiação certa produziria C02... né?! LOL quanto ao Azoto é que estamos pior... Mas se oxidares uma coisa qualquer, Amoníaco ou lá o que é, não dá Azoto?! Bem, tu é que és o Quimíco, desenrasca-te! LOL Eu continuo a achar que um tubo para o exterior resolvia o problema... Mas assim tornava-se tão fácil matar alguém...
...
hihihiihihihih...... Podiamos testar o sistema com o Bush.... ehehehheheheheheh
E já agora, a electrólise da água fica de parte, não me apetece apanhar choques enquanto durmo... senão para além de acordar enrugado, acordava com os cabelos todos em pé!! Afro-style! LOL
Os tapetes rolamentes é uma ideia boa! O problema são os custos de manutenção, que devem ser elevados... mas é uma ideia a considerar, sim...
Abraços!
Mas como pode ser isso se estão sp a entrar novos pessoas no tapete? Logo, não dava para utilizar a ideia de aumento de velocidade... Mas, nada me surpreende.
http://sunshine.blogs.sapo.pt/
http://pequenitos.blogs.sapo.pt/
Ainda pensei em não vir cá para não te conspurcar o blog, mas depois achei que não fazia mal, pois hoje foi dia de tomar banho e estou bem cheirosa...
Quanto aos tapetes rolantes, como vivo numa aldeia e trabalho noutra, não sei o que é... É quando a gente enrola os tapetes para os arrumar?? tapete... rolante!!
ora aí está, passear nos tampetes sabe bem, não nos cansamos, exprimenta o metro do Restauradores e chiado, isso é que é!!! um abraço luismiguel.blogs.sapo.pt
Saltapocinhas:
Sente-te sempre à vontade para conspuscar o meu sítio... como é preto não se nota a sujidade!! Qual é o perfume que gostas de usar?
hummm.... viver fora das cidades tem grandes vantagens... Sortuda! Em que sítio moras? (...ou é perguntar muito??)
Soulheaven:
As ideias são sempre bem vindas... mas penso que teria de haver sempre um reservatório de reagentes, o que é impraticável para a minha ideia...paciência!
Pois... os computadores também eram, no "início dos tempos", máquinas complicadissímas e muito caras...e vê lá no que isto deu...! Nada que um pouco de dinheiro e investigação não resolvam...
Sílvia:
Também pensei nisso... tenho o filme do mecanismo todo aqui no cérebro e é tão difícil expô-lo...
O problema seria ultrapassado com vários conjuntos de ganchos por debaixo tapete com a função de esticá-lo ou comprimi-lo... penso que, tendo o material elástico certo, é uma ideia praticável!
Luís:
Haja alguém que me compreende!!!
Muito me contas, sim senhor...estou deveras surpreendida....Quanto aos tapetes rolantes...Boa pergunta, a da saltapocinhas! O que são? Hehehehehe...é que também vivo numa aldeia! ;)(ai que falta de originalidade a minha...isto já não está a carburar bem!)
ai ai... vcs tem ca com cada ideia... cada kal o pior né tiago e ricardo???
bem... tou a gostar deste blog, algo como tirar ideias mas da cabeça e distrair ler assuntos que podem ser interessantes.
continua a escrever que quero ver mais alguma coisa, por aqui.
teresa
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